De velório online, dá mesmo para desconfiar. Mas existe: câmeras instaladas numa funerária transmitem o velório pela Internet em tempo real. De qualquer lugar do mundo, aquele parente ou amigo que não vai chegar a tempo do enterro pode acompanhar as despedidas.
“No momento da contratação do serviço, a família dispõe de um usuário e uma senha”, explica a dona da funerária, Valéria Moraes. O sistema foi lançado há um mês, mas continua inédito: é o tipo de novidade que ninguém quer inaugurar.
É como se a internet tivesse transformado em uma espécie de pronto-socorro dos aflitos: a cada dia, surge um novo serviço. Já é possível, por exemplo, alugar um padre – ou simplesmente a rezar – usando a rede mundial de computadores.
Pois é, agora existem beatos virtuais. E se você acha que despacho é só na encruzilhada, é porque ainda não conhecem o endereço eletrônico da “Macumba online”.
Se o trabalho de fé virtual não dá certo, vai ser difícil encontrar para quem e onde reclamar. “A maioria desses serviços é prestada fora do país, então o internauta tem que ficar muito atento. É preciso se informar sobre, caso ele desista do serviço que contratou, como será restituído este valor”, alerta a advogada Laine Souza.
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